MICO NEO ALR 60 CÁPSULAS

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37,85 €

Indicações terapêuticas

 

-  Alergias (febre dos fenos, alergias primaveris...)

- Rinites

- Asma

 

Administração

Tomar 1 a 2 cápsulas ao dia, de preferência em jejum

Mais detalhes

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Apresentação60 Cápsulas

MICO NEO ALR é obtido a partir de extratos puros de cogumelos de produção biológica, livres de maltodextrinas e alérgenos. Numa cápsula vegetal com gastrorresistência, que permite proteger os princípios ativos dos cogumelos e das plantas do meio ácido do estômago, além de melhorar a sua biodisponibilidade, graças aos microgrânulos, uma avançada tecnologia galénica que otimiza, protege e regula a libertação dos princípios ativos. No desenvolvimento e produção deste suplemento utilizamos na parte externa do microgrânulo (revestimento) Vitamina C orgânica, obtida a partir da espécie vegetal Camu-Camu (Myrciaria dubia). Depois de ingerido o microgrânulo, a vitamina C é libertada de imediato, precedendo os ativos dos cogumelos, de maneira a favorecer a absorção dos polissacáridos otimizando assim a sua ação fisiológica.

SOL DE ORO

O Sol de Oro, ou Perpétua (Helicrysum italicum (L.)) é um arbusto da família das asteráceas. Encontra-se tanto na Europa como em África, sobretudo em zonas secas e rochosas, nas bermas das estradas e caminhos. O seu nome deriva das palavras gregas, hélios (que significa sol) e chrysos (que significa ouro, devido à cor das suas flores). Contém compostos fenólicos (flavonoides, floroglucinóis, acetofenonas, cumarinas, ácidos fenólicos e taninos), óleo essencial (0,03%), esteroides e triterpenos. Os flavonoides constituem entre 0,3% a 1%, com uma extensa gama de derivados (flavonóis, flavonas, flavanonas e chalconas). Outros compostos fenólicos de interesse, são os derivados da α-pirona, floroglucinol e acetofenona. Diferentes estudos farmacológicos realizados com extratos de Sol de Oro e os seus princípios ativos isolados, indicam três relevantes propriedades: antimicrobiana, anti-inflamatória e antioxidante. Os extratos da planta inibem preferencialmente as bactérias Gram-positivas, enquanto o óleo essencial é mais ativo perante as bactérias Gram-negativas. A atividade anti-inflamatória é devida à associação de flavonoides e acetofenonas, que em conjunto com os triterpenos, inibem diferentes enzimas e mediadores pró-inflamatórios (PLA2, COX, LOX, Elastase...). Como antioxidantes, predominam os efeitos dos flavonoides. A Perpétua também tem propriedades antitússicas, expectorantes, diuréticas, coleréticas e colagogas. Na medicina popular, é utilizada nos tratamentos de várias infeções respiratórias (alergias e resfriados), problemas digestivos, hepatobiliares, renais e das dermo mucosas (eczemas e dermatomicoses). Não é recomendada a utilização em caso de obstrução dos ductos biliares, colangites e litíase biliar.

REISHI

O Reishi (Ganoderma lucidum), no Oriente é conhecido como o “cogumelo da imortalidade” e o seu uso na China está documentado desde há vários séculos antes de Cristo. É um cogumelo adptogéno, capaz de exercer um estimulo geral sobre o organismo, é reconhecido como uma das 10 substâncias terapêuticas naturais mais eficazes. O extrato contém triterpenos com atividade antioxidante, anti-histamínica e anti-inflamatória (Tasaka et al. 1988, Sheena et al. 2005, Kozarski et al. 2011). Previne a inflamação mediante a inibição da secreção de histamina por parte dos mastócitos e pela sua capacidade inibitória da COX-2 (Powell 2006). O conteúdo em lanostanos triterpénicos, como os ácidos ganodéricos A, B, C, D e ciclooctasulfuro, inibem a secreção de histamina (Kohda et al. 1985), tem efeito estabilizador dos mastócitos, impedindo a desgranulação e a libertação das citoquinas pró-inflamatórias (Powell 2016). É fundamental a ação dos betaglucanos presentes na fração polissacarídea sobre o sistema imunitário, permite ao organismo uma homeostase de equilíbrio Th1/Th2 (Powell 2006, Habijanic et al. 2015)

JUBA DE LEÃO

A Juba de Leão (Hericium erinaceus) é um cogumelo raro, considerado uma iguaria. Desenvolve-se em castanheiros, carvalhos, faias e nogueiras muito velhas, mas ainda vivas. Cresce sobre os troncos a uma altura de 3 a 4 metros. O nome deriva da forma do seu corpo frutífero, similar à juba de um leão. Contém componentes bioativos, polissacarídeos, hericenonas, erinacinas, aminoácidos essenciais e minerais (potássio, zinco, selénio e fósforo). O sistema imunitário está em estado de homeostase ou em equilíbrio quando existe uma mudança constante entre os estados imunes Th1/Th2. Estes dois extremos inibem-se e complementam-se entre si. Uma ferida ou a presença de péptidos estranhos nas mucosas, desequilibra o sistema até um estado predominantemente Th2 pró-inflamatório. As mais recentes descobertas da medicina imunitária, relacionaram o pulmão com o intestino grosso. A medicina tradicional chinesa não está enganada quando relaciona a asma com o sistema digestivo. Algumas deficiências digestivas, falta de enzimas, síndrome do intestino permeável, etc... permitem a presença de antígenos pépticos na corrente sanguínea, com a alteração do sistema imunitário. A Juba de Leão, a nível gastrointestinal, regenera as mucosas danificadas, atuando na regeneração do epitélio intestinal, útil em casos de síndrome do intestino permeável.

COGUMELO DO SOL

O Cogumelo do Sol (Agaricus blazei Murill) é um cogumelo originário das regiões montanhosas da floresta atlântica do sul do estado de São Paulo, na cidade de Piedade (Colauto et al. 2002). Nos anos 60 epidemiologistas japoneses, ao estudar a população nativa de Piedade, observaram que as taxas de doenças nesta região eram extremamente baixas. Depois de analisarem os seus hábitos alimentares, verificaram que o consumo regular deste cogumelo, identificado em 1972 como Agaricus blazei Murill, estava relacionado com o baixo índice de doenças. A administração do extrato do Cogumelo do Sol em ratos com asma induzido, reduziu a resposta específica dos anticorpos IgG1 e IgE da Interleucina 5 e eosinófilos nos fluidos dos alvéolos brônquicos. Estes resultados indicaram que o extrato melhorou o equilibro Th1/Th2 face à homeostase, evitando um estado pró-inflamatório (Takimoto et al. 2008). Num outro ensaio, observou-se uma tendência para a redução dos níveis de citoquinas Th2 em relação às Th1, depois de ter sido administrado um extrato composto por 82% de Cogumelo do Sol e de 15% de extrato de Juba de Leão, concluindo-se que o extrato de ABM pode ser utilizado com efeitos terapêuticos, tanto na prevenção como no desenvolvimento de processos alérgicos (Ellertsen et al. 2009). O efeito anti-inflamatório revelado pelo extrato do Cogumelo do Sol em estudos in vivo, confirma o seu efeito antialérgico.

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